SOBRE O CURSO
Vantagens de investir nesta qualificação
🔹 Alta Relevância no Mercado Farmacêutico
Profissionais com domínio sobre as diretrizes do Annex 1 são altamente valorizados, já que a nova versão traz requisitos mais rigorosos para a fabricação de medicamentos estéreis.
🔹 Diferencial Competitivo na Carreira
O conhecimento em controle estratégico de contaminação posiciona o profissional como especialista em uma das áreas mais críticas da indústria farmacêutica, aumentando as chances de ascensão para cargos de supervisão, coordenação e gerência.
🔹 Atuação em Conformidade com Normas Internacionais
O curso prepara para atender às exigências da EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e ANVISA, fortalecendo a empregabilidade em empresas nacionais e multinacionais.
🔹 Impacto Direto na Qualidade e Segurança
Com a aplicação dos conceitos de Contamination Control Strategy (CCS), o profissional contribui diretamente para a redução de riscos microbiológicos e para a garantia da segurança do paciente.
🔹 Formação Prática e Atualizada
A qualificação abrange os pontos mais críticos do Annex 1: fluxo de pessoas e materiais, qualificação de áreas limpas, monitoramento ambiental, processos assépticos e estratégias integradas de prevenção de contaminação.
🔹 Ampliação das Oportunidades de Atuação
A expertise adquirida permite atuar em diferentes áreas: produção, garantia da qualidade, validação, qualificação de ambientes controlados e auditorias de conformidade.
MATRIZ CURRICULAR
Revisão das principais mudanças
- Revisão principais mudanças;
- Qual o impacto?;
- Quais desafios para as empresas?;
- Os três princípios fundamentais que o novo ANNEX 1 introduz;
- O foco na tecnologia de barreira;
- A Visão Geral – Instalações;
- A Qualificação das salas limpas e dos equipamentos de fornecimento de ar limpo;
- As ExpectativasANNEX1-Monitoramentodo Sistema de ar: Monitoramento Ambiental;
Desinfecção segundo o Annex I
- Desinfecção item 4.3 do Annex I;
- Desinfecção item 4.4 do Annex I;
- Item 4.35 do Annex I; – Desinfetantes e detergentes utilizados em áreas de grau A e grau B;
- Desinfecção;
- Preocupação com Esporos Bacterianos;
- Como funciona um desinfetante esporicida?;
- Qualificação esporicida;
- Qualificação esporicida- Requisitos;
- Seleção dos Saneantes- Capitulo 1072 USP;
- Introdução de Equipamentos;
- Utilidades críticas (item 6.1 a 6.6) do Annex I;
- Comportamento de Pessoal;
- Produtos Esterilizados Terminalmente;
- Preparação e processamento asséptico;
- Envase de Produtos Estéreis;
- Esterilização Terminal;
- Filtração –Processo Asséptico;
- Filtração esterilizante;
- Liofilização;
- Sistemas Fechados;
- Sistema de Simulação do Processo Asséptico (SPA) também conhecido como media fill;
Gerenciamento de Risco de Qualidade
- Como Iniciar as Mudanças?;
- O Gerenciamento de Risco de Qualidade (QRM);
- ICH 9;
- Gestão de Riscos;
- Risco, como medir?
- Probabilidade x Riscos;
- Ferramentas para Gestão de Riscos;
- FMEA
ECC – Estratégia de Controle de Contaminação
- Elementos ECC;
- EQUIPE Multidisciplinar;
- Implementação ECC;
- Definição do Escopo;
- Identificação de riscos de contaminação e medidas de controle;
- TR-90 menciona Gestão de Gerenciamento de Risco;
- Exemplos de avaliações de risco detalhadas que formam a base inicial de um ECC;
- Exemplo 1- Avaliação de risco do processo;
- Avaliação de risco contaminação;
- Elementos de uma estratégia de controle de contaminação;
- Conhecimento do Processo;
- Qual é o escopo do ECC?;
- Conceito ECC proposto vs. prática atual;
- Os Pilares do Sucesso;
- ECC;
- Prevenção;
- Fontes de Riscos de Contaminação;
- Remediação;
- Monitoramento e Melhoria Contínua;
- Revisão periódica;
- Elabore o documento da Estratégia de Controle de Contaminação;
- Documentando sua ECC;
- Revisão de governança e eficácia do ECC.
PUPSIT – Teste de Integridade Pré-Uso Pós-Esterilização
- ??O que é PUPSIT?
- SOBRE O PUPSIT
- Por que usar o PUPSIT?
- Por que não usar o PUPSIT?
- Qual é o risco de mascaramento de falhas do filtro?
- Os contra-argumentos;
- Exemplos;
- EXCEÇÕES.
Monitoramento Ambiental
- Monitoramento Ambiental;
- CONCEITO: Programa de Monitoramento Ambiental;
- Atualizações;
- Aplicação;
- Conceitos importantes;
- Premissas para Área Limpa;
- Classificação das áreas de acordo com as normas;
- Considerações sobre Área Limpa;
- Entendendo a importância cascata de controle de contaminação;
- NBR ISO 14644-1 x IN 35/19 Produtos Estéreis;
- IN 35/19;
- O que deve ser considerado para Programa de MA?;
- Annex 1- Mudanças para Monitoramento Ambiental;
Expectativas Annex1 no Monitoramento Ambiental
- Environmental & process monitoring;
- Annex 1- Monitoramento ambiental – partículas viáveis;
- Exemplo avaliar 4 horas;
- Microrganismos selecionados;
- Abordagem Holística CCS;
- Avaliação de risco;
- Estratégia Qualificação de Desempenho de Monitoramento Ambiental (EMPQ);
- Ferramenta de avaliação de risco;
- Exemplo FMEA;
- Abordagem PDA 13-Ciclo de vida monitoramento ambiental;
- Mapeamento dos pontos no Processo;
- Fatores para Determinação dos pontos de monitoramento;
- Definição dos pontos de MA;
- PDA TR-13 recomendações;
- Início do Risco: Desenvolvimento de Avaliação de Riscos de MA;
- Controle de Riscos e Revisão de Risco;
- Nível de alerta e limite de ação;
- Análise de Tendências de Dados;
- Abordagem Não Paramétrica;
- Abordagem Não Paramétrica do Limite de Tolerância;
- REGRAS DE TENDENCIAS;
- USP 1116- MONITORAMENTO AMBIENTAL;
- Tendências;
- Identificação de microrganismos.
Métodos microbiológicos – Annex 1
- Métodos Annex 1;
- Compreendendo os principais tipos de testes de monitoramento ambiental;
- Swabs e Placas de Rodac;
- Swabs
- Amostradores de ar ativo;
- Placas de sendimentação;
- Placas de contato- Amostras de pessoal;
- Estudo para Superfície de Equipamentos;
- Partículas não viáveis;
- Pontos importantes;
- Monitoramento de partículas não viáveis;
- Contadores de partículas não viáveis;
- Métodos Rápidos para Monitoramento Ambiental;
Annex 1 e Qualificação de Operadores
- Annex 1 e Qualificação de Operadores
- Roupas – Atualizações Annex 1;
- Pessoal- Annex 1- Item 7- Resumo;
- Como manter o Estado de Controle;
- Programa de Treinamento;
- QUALIFICAÇÃO DE OPERADORES;
- FORMAÇÃO TEORICA FASE 1-ETAPA 1 Treinamento Básico de Microbiologia;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1 -FASE 2-HIGIENE;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 3 PRATICAS PARA VESTIMENTA ASSEPTICA;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 4 COMPORTAMENTO/CONDUTA EM AREAS ASSEPTICAS;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 5 LIMPEZA E SANITIZAÇÃO;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 6 CLASSIFICAÇÃO DAS AREAS;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 7, MONITORAMENTO AMBIENTAL;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 8, APS-MEDIA FILL;
- FORMAÇÃO TEÓRICO E PRÁTICOETAPA 1-FASE 9, FLUXO DE PESSOAS, MATERIAIS;
- Para requalificação, quais critérios.
Teste de fumaça e Tecnologia de barreira;
- Teste de fumaça;
- O papel dos estudos de visualização do fluxo de ar é mais bem explicado na Seção 4.15 do Annex 1;
- Estudos de Fumaça;
- Gravar vídeos –Annex 1;
- Impacto ECC;
- Uso para treinamento;
- Tecnologia de barreira;
- Foco na tecnologia de barreira;
- Barreiras tecnológicas;
- Single-Use;
- DEFINIÇÃO RABS;
- INFORMAÇÕES RABS;
- WHO,TRS961, Annex 6- Definição Isolador;
- ISOLADORES E PRESSÃO;
- WHO- Área do Isolador & RABS;
- AREAS PARA ISOLADORES E RABS;
- Diferenças entre RABS x Isolador;
- Annex 1- Sanitização;
- Teste de Integridade das luvas;
- Visão Geral – Instalações;
VALORES
INVESTIMENTO
de R$ 350,00
por R$ 192,50
Ou 12x R$ 19,91*
USE O CUPOM PARA OBTER O DESCONTO: PROMO45
*Taxas
PARCEIRO E CERTIFICAÇÃO
Estude com a tranquilidade de ter a estrutura acadêmica e a certificação de uma instituição reconhecida, a Faculdade Centro-Oeste, FACEO.
METODOLOGIA
Metodologia do Curso
O curso de Qualificação Profissional em Annex 1 – Fabricação de Medicamentos Estéreis com foco em Controle Estratégico de Contaminação foi desenvolvido no formato 100% online, hospedado na plataforma Hotmart, garantindo flexibilidade, acessibilidade e autonomia ao aluno.
🔹 Aulas Gravadas em Alta Qualidade
Todo o conteúdo é disponibilizado em videoaulas dinâmicas e organizadas por módulos temáticos, permitindo que o aluno assista no seu próprio ritmo, de onde estiver e quantas vezes desejar.
🔹 Materiais de Apoio Exclusivos
Cada módulo conta com apostilas digitais, artigos científicos, checklists e materiais de referência atualizados para aprofundamento.
🔹 Atividades Práticas e Estudos de Caso
Para consolidar o aprendizado, o curso inclui exercícios aplicados à realidade da indústria farmacêutica, análises de casos práticos e simulações alinhadas às exigências do Annex 1.
🔹 Suporte e Interação
O aluno terá acesso a um espaço exclusivo para dúvidas dentro da plataforma, além de participar de fóruns de discussão e troca de experiências com outros profissionais do setor.
🔹 Certificação Reconhecida
Ao concluir todas as etapas, o participante recebe certificado digital de qualificação profissional, validado pela Faculdade Centro-Oeste, FACEO, que pode ser utilizado para comprovar a capacitação em processos seletivos e progressão de carreira.
🔹 Acesso Estendido ao Conteúdo
O aluno terá acesso ao curso por 12 meses, garantindo tempo suficiente para rever os conteúdos sempre que necessário.
PROFESSORES
Prof. Me. Angela Pereira Franco
Global Quality Specialist | Farmacêutica Industrial | Mestre em Produção e Controle de Medicamentos, USP | Consultora | Professora de Pós-graduação | Treinamentos | Gestora da Qualidade
Farmacêutica industrial, possui vinte e sete anos de experiência profissional em indústrias nacionais e multinacionais de medicamentos estéreis e não estéreis incluindo oncológicos , cosméticos e imunobiologicos (soros e vacinas).
Atuando na área de qualidade controle de qualidade e garantia de qualidade,nos processos de qualificação de fornecedores nacionais e internacionais, acompanhamento de auditorias internas e externas com órgãos regulatórios nacionais e internacionais em fornecedores de matérias-primas e biológicos .
Treinamentos HACCP , BPF, Ferramentas de Qualidade e QRM.
Participação de projeto internacional junto a WHO (OMS) para Pré-qualificação e distribuição mundial produtos.Atuando sempre para melhoria de processos de qualidade. Criação de indicadores de qualidade.
Experiencia internacional para parceria para transferência de tecnologia de vacinas e produtos oncológicos.
Atuando como facilitadora para implantação de QRM (Quality Risk Management)


